T, não é uma letra qualquer.
É uma letra especial!
É uma letra que inicia algo de bom,
que desejo e que amo profundamente.
É o início da harmonia e do bem estar,
do sorriso que expresso na face todos os dias.
É o início de tudo o que sinto,
e de tudo o que desejo no futuro.
É o início constante das alegrias,
e das felicidades renovadas.
É o início da vida que sempre desejei,
e das vidas que desejamos juntos.
É o início do teu nome T,
que hoje renasce no meu coração.
Parabéns T!
Thursday, October 15, 2009
Friday, September 25, 2009
coisas de ti...
hoje vi um cabelo teu... não vi um, vi uns poucos, mas um chamou-me especial atenção.
era diferente, algo reluzia nesse teu cabelo solitário, algo brilhava com uma luz viva e quente...
estava ali, pendurado no móvel da casa de banho. caiu de ti quando te preparavas para saír, onde te penteaste a última vez. sacrificou-se para ali permanecer, até que eu lhe reparasse na existência aparentemente insignificante e efémera. de tantos cabelos, aquele soltou-se, deixou-se embalar pelo ar, até que se deixou ficar pendurado na borda do móvel, estrategicamente colocado, e ali permaneceu até que me sentasse à sua frente horas mais tarde, de tantas vezes que por lá tinha passado neste longo espaço de tempo entre a tua saída e este meu, nosso, encontro.
sentei-me, olhei a caixa vermelha chinesa por cima do móvel, sorri pelo dragão negro meio cortado pela fechadura e pequenas gavetas, e ao deixar o meu olhar deslizar para baixo foi então que o vi... ali... pendurado, como se me chamasse delicadamente. estiquei os dedos, peguei-lhe nas mãos e observei-o. era longo, ondulado. olhou para mim como se me enviasse uma mensagem... de ti, que existes, e que não estando tu ali naquele preciso momento, estás presente de alguma forma em todos os momentos. de repente fiquei com vontade de o guardar comigo... e de juntar os que mais encontrasse... era como se te abraçasse, mas acabei por o deixar seguir o seu caminho. a sua missão estava terminada.
tarefa inglória, essa do teu cabelo. atitude simpática, louvável, mas inútil.
como se me esquecesse de ti... como se me esquecesse de mim...
mas afinal, aqueceu-me a alma e sorriu-me o espírito...
era diferente, algo reluzia nesse teu cabelo solitário, algo brilhava com uma luz viva e quente...
estava ali, pendurado no móvel da casa de banho. caiu de ti quando te preparavas para saír, onde te penteaste a última vez. sacrificou-se para ali permanecer, até que eu lhe reparasse na existência aparentemente insignificante e efémera. de tantos cabelos, aquele soltou-se, deixou-se embalar pelo ar, até que se deixou ficar pendurado na borda do móvel, estrategicamente colocado, e ali permaneceu até que me sentasse à sua frente horas mais tarde, de tantas vezes que por lá tinha passado neste longo espaço de tempo entre a tua saída e este meu, nosso, encontro.
sentei-me, olhei a caixa vermelha chinesa por cima do móvel, sorri pelo dragão negro meio cortado pela fechadura e pequenas gavetas, e ao deixar o meu olhar deslizar para baixo foi então que o vi... ali... pendurado, como se me chamasse delicadamente. estiquei os dedos, peguei-lhe nas mãos e observei-o. era longo, ondulado. olhou para mim como se me enviasse uma mensagem... de ti, que existes, e que não estando tu ali naquele preciso momento, estás presente de alguma forma em todos os momentos. de repente fiquei com vontade de o guardar comigo... e de juntar os que mais encontrasse... era como se te abraçasse, mas acabei por o deixar seguir o seu caminho. a sua missão estava terminada.
tarefa inglória, essa do teu cabelo. atitude simpática, louvável, mas inútil.
como se me esquecesse de ti... como se me esquecesse de mim...
mas afinal, aqueceu-me a alma e sorriu-me o espírito...
Wednesday, June 17, 2009
Momentos
"o tempo é algo que não volta atrás", li eu algures ainda há pouco.
Não volta, o que passou... passou. E se tiver sido bem passado, tanto melhor. Se tiver sido aproveitado com sucesso, melhor ainda. Se tiver tido algum sentido, algum significado mais rico, nobre, profundo... que maravilha. Mas passou… e não volta mais, e o que resta dele são o que fizemos, dissemos, vivemos, sentimos… e as respectivas memórias.
Um momento, único, que passa e não volta... jamais... será irrepetível neste universo de momentos encadeados e sequenciais e de forma tão subjectiva, e coordenados por algo a que chamamos de tempo.
Momentos que constroem estruturas de sentimentos e estados de alma, passando pela indiferença ao êxtase... momentos que não voltam, perdidos algures no tempo e dos quais restam apenas memórias sentidas, as marcas na pele, o cheiro que desaparece… lentamente... até que se esfuma e se transforma…
Neste momento que passa e não mais volta, este agora que vivo e sinto, não o queria deixar passar sem te dizer mais uma vez...
...
Não volta, o que passou... passou. E se tiver sido bem passado, tanto melhor. Se tiver sido aproveitado com sucesso, melhor ainda. Se tiver tido algum sentido, algum significado mais rico, nobre, profundo... que maravilha. Mas passou… e não volta mais, e o que resta dele são o que fizemos, dissemos, vivemos, sentimos… e as respectivas memórias.
Um momento, único, que passa e não volta... jamais... será irrepetível neste universo de momentos encadeados e sequenciais e de forma tão subjectiva, e coordenados por algo a que chamamos de tempo.
Momentos que constroem estruturas de sentimentos e estados de alma, passando pela indiferença ao êxtase... momentos que não voltam, perdidos algures no tempo e dos quais restam apenas memórias sentidas, as marcas na pele, o cheiro que desaparece… lentamente... até que se esfuma e se transforma…
Neste momento que passa e não mais volta, este agora que vivo e sinto, não o queria deixar passar sem te dizer mais uma vez...
...
Tuesday, June 9, 2009
Sunday, June 7, 2009
220
Duzentos e vinte… podia ser um número qualquer, mas não é. Calha a um Domingo. É bom. Dá para descansar. Faz falta! Talvez dê para gozar esse número… um número certo, quadrado, duzentos e vinte, …e é par.
Não é um quarto de alguma coisa, bom… até é, de oitocentos e quarenta, mas não de um número redondo… tipo um quarto de mil, por exemplo… como um quarto de litro ou de qualquer outra coisa assim mais… mais expressiva dentro daquilo que se possa considerar comummente expressivo. Mas um quarto é quadrado... quer dizer, alguns são. E o duzentos e vinte é quadrado, não quadrado no sentido de imbecil, nada disso... mas quadrado no sentido geométrico, pelo menos daquilo que se possa considerar um número de quadrado como o quatro, ou o duzentos e cinquenta, ou o mil... e assim, considero este duzentos e vinte quadrado e, como um quarto é quadrado… e este duzentos e vinte é quadrado, também ele é um quarto. É um quarto rebuscado, eu sei. Mas sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! E além disso eu quero um quarto… um quarto porque …um quarto é bom… é lugar de segurança e lugar de diversão, é lugar de sossego e lugar de atrevimento, é lugar arrumação e lugar extravagância, é lugar de amor e lugar de paixão, é lugar de descanso e lugar de brincadeira, é lugar de sonho, é lugar de liberdade, é lugar de seriedade e também de alguma loucura… é um lugar bom, livre, cheio de coisas boas, e por isso gosto do quarto.
O duzentos e vinte também é um par, o que também calha bem porque… um par é sempre bom, e no caso deste duzentos e vinte é ainda melhor, é especialmente bom... é doce. É como um chocolate negro de 100% cacau de Claudio Corallo, produção totalmente artesanal, robusto mas suave, sólido, com uma textura única, onde acrescentaria um toque de baunilha culminando em leves sabores frutados de frutos silvestres e finalizando com uma levíssima e muito fina cobertura de chocolate branco. É mesmo muito bom! Possivelmente, este par será um dia ímpar, ou talvez se mantenha par, ou talvez… mas que importa isso? Seja par ou se torne ímpar... é um número como outro qualquer!
É isso, um número como qualquer outro… nem dá conta certa, a ver bem. Dá cerca de seis décimas… pouco mais que isso. Seis décimas! Não é nada, mas já é tanto. São seis décimas de algo, de um valor que alguém definiu como marca do tempo, como compasso de ritmo, como comemoração de mais uma passagem. Mas… duzentos e vinte? Duzentos e vinte ninguém conta, ninguém olha, ninguém repara. É um número inexpressivo, ao qual ninguém liga. Nestas coisas do tempo, este número não tem qualquer relevância.
Então… e o duzentos e vinte vem de onde? Não vem de lado nenhum, mas vem de tudo o que importa. Podia ter sido um oitenta, ou um trezentos e sessenta e cinco. Hoje, neste belo dia solarengo, sim... solarengo, que apesar das núvens o sol ainda se faz reflectir na relva verde do jardim... tímido, mas presente... hoje é o duzentos e vinte. Amanhã será outro número qualquer. Não. Não um número qualquer, mas algum que tenha algo de valor. O mesmo valor de todos os outros números, …sim, isso mesmo, exactamente o mesmo valor, que aqui são todos importantes. O duzentos e vinte, o um… ah, o um, esse belo número que muitos julgam ser o culminar de um percurso ou competição, a meta, mas que na verdade, é apenas o começo, e um maravilhoso começo, digo eu. E se eu digo, é porque é!.
E o quatro mil? E o quinze mil trezentos e dez? Sim… o quinze mil trezentos e dez também é um belo número... coincide com o vinte e oito mil novecentos e setenta e nove. E se um dia eu escrever um texto que comece por dezoito mil duzentos e trinta e dois, esse sim, vai ser um número fantástico. Espero que calhe também num Domingo. É pena é não ser tão quadrado como o duzentos e vinte... quadrado mas não imbecil, entenda-se! Aqui não há lugar a imbecilidades… e como sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! Está dito! Mas também é par.
Não sendo um quarto do que quer que seja com alguma lógica comum, ou um valor redondo como… sei lá, mil, ou cem mil, ou o que for que aqui quem dita sou eu, garanto que, a acontecer, terá definitivamente um quarto majestoso, para um par definitivamente maravilhoso! Esse número não será um quarto, mas representará muitos quartos.
Mas hoje, neste dia de sol tímido mas presente, assim como eu, e de temperaturas aconchegantes… hoje conta-se o número duzentos e vinte. Hoje conta-se este número porque me apetece, porque Eu quero, e porque sou eu que escrevo e sou eu que tido as regras. E conta-se o duzentos e vinte porque o número é quadrado-não-imbecil, e não sendo um quarto que pode ser quadrado, calha a um Domingo, e ainda por cima é par, e toda esta conjugação de valores soa-me muito bem!
Valores… ora aí está mais uma conjugação. Este número é um valor, mas não o valor que se possa julgar. Não é um valor qualquer. É O Valor! É aquele que mais vale de tudo o que tenho o privilégio de ter comigo. É-o hoje, mas amanhã também será. É o valor do tempo que passou, é o número de dias que tive o prazer partilhar, é o número de dias que tive o privilégio de sonhar, é o número de dias que tive o privilégio de planear, é o número de dias que tive o privilégio privar com… e de viver de uma forma diferente, mais intensa e mais verdadeira… pelo menos desde que dei conta que sou adulto. Sim, desde que dei conta! Acho que dei conta muito tarde na minha vida e por vezes olho-me ao espelho e questiono onde foi parar a juventude de outros tempos, porque aquela cara que vejo reflectida ao espelho apresenta aquela idade de quem eu olhava há muitos anos atrás e achava de velho, adulto sem graça.
Engraçado, estas coisas da idade. Somos crianças e vemos um oceano numa poça, crescemos e passamos a ver um lago, e depois de adultos vemos… aquilo que ela é - uma poça – e deixamos de lhe dar importância. Gostava de ver novamente o oceano naquela poça, e brincar aos pulos sujando toda a roupa de salpicos de lama, rebolar-me na areia e gritar ao vento qualquer exclamação de super-herói, sem achar que estou a ser… infantil!
Um dia olhei-me ao espelho e deixei de ver a criança de outros tempos, e depois percebi que, afinal, já era adulto há demasiado tempo, e nem tinha dado conta… Os anos passaram, as actividades mudaram, e os hábitos e os desejos e as brincadeiras… o fantástico fugiu, assim como a mística e o imaginário que fazia de um galho uma vara sofisticada de tecnologia de ponta capaz de criar planetas e fazer-me pairar no ar como o super-homem… e que bom era voar em criança e ver as pessoas pequeninas lá em baixo…
Mas cresci, e só dei conta muito tarde quando um dia me olhei ao espelho e não reconheci aquela cara estranha, com barba, que olhava espantada a ordenar que me despachasse porque coisas importantes, coisas que eu, criança, não entendia, me esperavam algures num local a que chamava de escritório e que supostamente era um emprego, ou qualquer outra coisa que me pareceu muito chata e sem sentido, e desde então tenho estado a tentar perceber sem conseguir atingir-lhe a razão. Que coisa estranha aquela!
Mas e o duzentos e vinte? …que raio de número. Inexpressivo! É quadrado-não-imbecil, como um quarto… um quarto quadrado. Vai ter um quarto. Vai? Terá, com certeza! Se sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! E calha a um Domingo… mas que bem… E sendo par, vai mesmo ter um par… faço questão disso que de outra forma não quero! É que, este duzentos e vinte sem par não é nada, é vazio, é ilógico e irreal. Afinal, não é um raio de um número, é um bom número. É um número completo!
Nós, seres vivos pensantes e supostamente racionais, mas que afinal somos apenas um molho de brócolos sentimentais e supersticiosos, temos a mania das marcas, das métricas, das coisas supérfluas e sem sentido real. Duzentos e vinte é um número quadrado como um quarto, é um par de algo que calha a um Domingo e que vai ter mesmo um quarto com cama e jardim à porta o som dos pássaros lá fora e o silêncio relaxante da distância saudável do mundo exterior e um par magnífico. Dito assim sem vírgulas para ser tudo seguido e vincado e sem deixar fôlego. Que importa se é duzentos e vinte ou nove mil oitocentos e sessenta e nove…
…importa que são duzentos e vinte dias passados na tua companhia, duzentos e vinte dias passados a sonharmos juntos, duzentos e vinte dias a planearmos um futuro juntos, duzentos e vinte dias a desejarmo-nos um ao outro, duzentos e vinte dias a amarmo-nos loucamente, livremente, descontraidamente, apaixonadamente…
…são duzentos e vinte dias de felicidade, são duzentos e vinte dias a sentir-me, de novo, como uma criança feliz, despreocupada, com esperança e cheia de sonhos!
Podiam ser apenas dez, ou os tais dezoito mil e quantos mais vierem… mas serão todos igualmente bons. Talvez ainda melhores… quem sabe…
Amanhã, festejo o número duzentos e vinte e um, e um dia espero estar do teu lado, a amar-te pelo décimo oitavo de milhar e duzentos e trinta e dois dias consecutivos.
Obrigado por me deixares amar-te assim…
Não é um quarto de alguma coisa, bom… até é, de oitocentos e quarenta, mas não de um número redondo… tipo um quarto de mil, por exemplo… como um quarto de litro ou de qualquer outra coisa assim mais… mais expressiva dentro daquilo que se possa considerar comummente expressivo. Mas um quarto é quadrado... quer dizer, alguns são. E o duzentos e vinte é quadrado, não quadrado no sentido de imbecil, nada disso... mas quadrado no sentido geométrico, pelo menos daquilo que se possa considerar um número de quadrado como o quatro, ou o duzentos e cinquenta, ou o mil... e assim, considero este duzentos e vinte quadrado e, como um quarto é quadrado… e este duzentos e vinte é quadrado, também ele é um quarto. É um quarto rebuscado, eu sei. Mas sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! E além disso eu quero um quarto… um quarto porque …um quarto é bom… é lugar de segurança e lugar de diversão, é lugar de sossego e lugar de atrevimento, é lugar arrumação e lugar extravagância, é lugar de amor e lugar de paixão, é lugar de descanso e lugar de brincadeira, é lugar de sonho, é lugar de liberdade, é lugar de seriedade e também de alguma loucura… é um lugar bom, livre, cheio de coisas boas, e por isso gosto do quarto.
O duzentos e vinte também é um par, o que também calha bem porque… um par é sempre bom, e no caso deste duzentos e vinte é ainda melhor, é especialmente bom... é doce. É como um chocolate negro de 100% cacau de Claudio Corallo, produção totalmente artesanal, robusto mas suave, sólido, com uma textura única, onde acrescentaria um toque de baunilha culminando em leves sabores frutados de frutos silvestres e finalizando com uma levíssima e muito fina cobertura de chocolate branco. É mesmo muito bom! Possivelmente, este par será um dia ímpar, ou talvez se mantenha par, ou talvez… mas que importa isso? Seja par ou se torne ímpar... é um número como outro qualquer!
É isso, um número como qualquer outro… nem dá conta certa, a ver bem. Dá cerca de seis décimas… pouco mais que isso. Seis décimas! Não é nada, mas já é tanto. São seis décimas de algo, de um valor que alguém definiu como marca do tempo, como compasso de ritmo, como comemoração de mais uma passagem. Mas… duzentos e vinte? Duzentos e vinte ninguém conta, ninguém olha, ninguém repara. É um número inexpressivo, ao qual ninguém liga. Nestas coisas do tempo, este número não tem qualquer relevância.
Então… e o duzentos e vinte vem de onde? Não vem de lado nenhum, mas vem de tudo o que importa. Podia ter sido um oitenta, ou um trezentos e sessenta e cinco. Hoje, neste belo dia solarengo, sim... solarengo, que apesar das núvens o sol ainda se faz reflectir na relva verde do jardim... tímido, mas presente... hoje é o duzentos e vinte. Amanhã será outro número qualquer. Não. Não um número qualquer, mas algum que tenha algo de valor. O mesmo valor de todos os outros números, …sim, isso mesmo, exactamente o mesmo valor, que aqui são todos importantes. O duzentos e vinte, o um… ah, o um, esse belo número que muitos julgam ser o culminar de um percurso ou competição, a meta, mas que na verdade, é apenas o começo, e um maravilhoso começo, digo eu. E se eu digo, é porque é!.
E o quatro mil? E o quinze mil trezentos e dez? Sim… o quinze mil trezentos e dez também é um belo número... coincide com o vinte e oito mil novecentos e setenta e nove. E se um dia eu escrever um texto que comece por dezoito mil duzentos e trinta e dois, esse sim, vai ser um número fantástico. Espero que calhe também num Domingo. É pena é não ser tão quadrado como o duzentos e vinte... quadrado mas não imbecil, entenda-se! Aqui não há lugar a imbecilidades… e como sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! Está dito! Mas também é par.
Não sendo um quarto do que quer que seja com alguma lógica comum, ou um valor redondo como… sei lá, mil, ou cem mil, ou o que for que aqui quem dita sou eu, garanto que, a acontecer, terá definitivamente um quarto majestoso, para um par definitivamente maravilhoso! Esse número não será um quarto, mas representará muitos quartos.
Mas hoje, neste dia de sol tímido mas presente, assim como eu, e de temperaturas aconchegantes… hoje conta-se o número duzentos e vinte. Hoje conta-se este número porque me apetece, porque Eu quero, e porque sou eu que escrevo e sou eu que tido as regras. E conta-se o duzentos e vinte porque o número é quadrado-não-imbecil, e não sendo um quarto que pode ser quadrado, calha a um Domingo, e ainda por cima é par, e toda esta conjugação de valores soa-me muito bem!
Valores… ora aí está mais uma conjugação. Este número é um valor, mas não o valor que se possa julgar. Não é um valor qualquer. É O Valor! É aquele que mais vale de tudo o que tenho o privilégio de ter comigo. É-o hoje, mas amanhã também será. É o valor do tempo que passou, é o número de dias que tive o prazer partilhar, é o número de dias que tive o privilégio de sonhar, é o número de dias que tive o privilégio de planear, é o número de dias que tive o privilégio privar com… e de viver de uma forma diferente, mais intensa e mais verdadeira… pelo menos desde que dei conta que sou adulto. Sim, desde que dei conta! Acho que dei conta muito tarde na minha vida e por vezes olho-me ao espelho e questiono onde foi parar a juventude de outros tempos, porque aquela cara que vejo reflectida ao espelho apresenta aquela idade de quem eu olhava há muitos anos atrás e achava de velho, adulto sem graça.
Engraçado, estas coisas da idade. Somos crianças e vemos um oceano numa poça, crescemos e passamos a ver um lago, e depois de adultos vemos… aquilo que ela é - uma poça – e deixamos de lhe dar importância. Gostava de ver novamente o oceano naquela poça, e brincar aos pulos sujando toda a roupa de salpicos de lama, rebolar-me na areia e gritar ao vento qualquer exclamação de super-herói, sem achar que estou a ser… infantil!
Um dia olhei-me ao espelho e deixei de ver a criança de outros tempos, e depois percebi que, afinal, já era adulto há demasiado tempo, e nem tinha dado conta… Os anos passaram, as actividades mudaram, e os hábitos e os desejos e as brincadeiras… o fantástico fugiu, assim como a mística e o imaginário que fazia de um galho uma vara sofisticada de tecnologia de ponta capaz de criar planetas e fazer-me pairar no ar como o super-homem… e que bom era voar em criança e ver as pessoas pequeninas lá em baixo…
Mas cresci, e só dei conta muito tarde quando um dia me olhei ao espelho e não reconheci aquela cara estranha, com barba, que olhava espantada a ordenar que me despachasse porque coisas importantes, coisas que eu, criança, não entendia, me esperavam algures num local a que chamava de escritório e que supostamente era um emprego, ou qualquer outra coisa que me pareceu muito chata e sem sentido, e desde então tenho estado a tentar perceber sem conseguir atingir-lhe a razão. Que coisa estranha aquela!
Mas e o duzentos e vinte? …que raio de número. Inexpressivo! É quadrado-não-imbecil, como um quarto… um quarto quadrado. Vai ter um quarto. Vai? Terá, com certeza! Se sou eu que escrevo, sou eu que dito as regras! E calha a um Domingo… mas que bem… E sendo par, vai mesmo ter um par… faço questão disso que de outra forma não quero! É que, este duzentos e vinte sem par não é nada, é vazio, é ilógico e irreal. Afinal, não é um raio de um número, é um bom número. É um número completo!
Nós, seres vivos pensantes e supostamente racionais, mas que afinal somos apenas um molho de brócolos sentimentais e supersticiosos, temos a mania das marcas, das métricas, das coisas supérfluas e sem sentido real. Duzentos e vinte é um número quadrado como um quarto, é um par de algo que calha a um Domingo e que vai ter mesmo um quarto com cama e jardim à porta o som dos pássaros lá fora e o silêncio relaxante da distância saudável do mundo exterior e um par magnífico. Dito assim sem vírgulas para ser tudo seguido e vincado e sem deixar fôlego. Que importa se é duzentos e vinte ou nove mil oitocentos e sessenta e nove…
…importa que são duzentos e vinte dias passados na tua companhia, duzentos e vinte dias passados a sonharmos juntos, duzentos e vinte dias a planearmos um futuro juntos, duzentos e vinte dias a desejarmo-nos um ao outro, duzentos e vinte dias a amarmo-nos loucamente, livremente, descontraidamente, apaixonadamente…
…são duzentos e vinte dias de felicidade, são duzentos e vinte dias a sentir-me, de novo, como uma criança feliz, despreocupada, com esperança e cheia de sonhos!
Podiam ser apenas dez, ou os tais dezoito mil e quantos mais vierem… mas serão todos igualmente bons. Talvez ainda melhores… quem sabe…
Amanhã, festejo o número duzentos e vinte e um, e um dia espero estar do teu lado, a amar-te pelo décimo oitavo de milhar e duzentos e trinta e dois dias consecutivos.
Obrigado por me deixares amar-te assim…
Wednesday, May 13, 2009
Sinto-me...
Sinto-me tão bem como no dia em que te conheci.
Sinto-me tão feliz como no dia em que nos beijámos.
Sinto-me tão tranquilo como no dia em que nos acertámos.
Sinto-me tão envolvido como no dia em que nos comprometemos.
Sinto-me tão apaixonado como no dia em que te senti.
...só que mais confiante!
Sinto-me... sinto-me simplesmente realizado por te ter conhecido.
Sinto-me mais, muito mais que no dia do nosso primeiro abraço.
Sinto-me tão feliz como no dia em que nos beijámos.
Sinto-me tão tranquilo como no dia em que nos acertámos.
Sinto-me tão envolvido como no dia em que nos comprometemos.
Sinto-me tão apaixonado como no dia em que te senti.
...só que mais confiante!
Sinto-me... sinto-me simplesmente realizado por te ter conhecido.
Sinto-me mais, muito mais que no dia do nosso primeiro abraço.
Wednesday, April 1, 2009
Se um dia...
Se um dia amasse, amar-te-ía sem medo de te perder, sem receios de me perder, sem dúvidas do meu amor,
se um dia amasse, seria feliz no teu universo, perder-me-ía no teu olhar, saborearia as tuas palavras,
se um dia amasse, seria o fim da minha imperfeição, seria o início do meu ser, seria a festa do renascimento,
se um dia amasse, teria o sorriso estampado a cara, a jovialidade no corpo e a insensatez de um adolescente,
se um dia amasse, oferecer-te-ía uma flor, ou dez flores ou cem mil, e mesmo assim encontraria a tua fragrância,
se um dia amasse, seguir-te-ía para onde fosses, porque só contigo me sentiria em casa,
se um dia amasse, olhar-te-ía sempre como da primeira vez, com a mesma profundidade, com a mesma força de quem te deseja,
se um dia amasse, abraçar-te-ía nos momentos bons, mas carregar-te-ía nos menos bons,
se um dia amasse, beijar-te-ía num dia de sol, aconchegar-te-ía num dia de chuva e proteger-te-ía num vendaval,
se um dia amasse, encontraria o tempo que nos foje, e faria com que ficasse e não mais fugisse,
se um dia amasse, amar-te-ía sempre e todos os dias, na cama, no chão ou na mesa da cozinha,
se um dia amasse, levar-te-ía aos lugares dos nossos sonhos, aos lugares das nossas fantasias, aos recantos das nossas almas,
se um dia amasse, desejaria ter os teus filhos, amá-los-ía contigo, e crescê-los-ía connosco,
se um dia amasse, seria o teu amigo, o teu parceiro, o teu confidente, o teu sócio, o teu amante,
se um dia amasse, seria teu e tu serias minha, seríamos nós mesmos, seríamos um, seríamos dois, seríamos o que somos mas em conjunto,
se um dia amasse, só poderia amar-te a ti, pois só tu me completas e preenches o meu espaço vazio de ti.
se um dia amasse...
...um dia te amarei, hoje amo-te!
Hoje não tenho medo,
hoje perco-me no teu olhar,
hoje festejo o meu renascimento,
hoje sinto-me saudavelmente insensato,
hoje ofereço-te uma flor,
hoje sinto-me em casa,
hoje olho-te como da primeira vez,
hoje abraço-te e carrego-te ao colo para o teu conforto,
hoje beijo-te e aconchego-te,
hoje amarro o tempo,
hoje amo-te onde quiseres,
hoje levo-te daqui para um recanto só nosso,
hoje...um dia,
hoje sou tudo o que precisares,
hoje sou teu,
hoje...
Hoje estou contigo como da primeira vez,
assim como estarei amanhã e no fim dos tempos.
Hoje é eterno!
se um dia amasse, seria feliz no teu universo, perder-me-ía no teu olhar, saborearia as tuas palavras,
se um dia amasse, seria o fim da minha imperfeição, seria o início do meu ser, seria a festa do renascimento,
se um dia amasse, teria o sorriso estampado a cara, a jovialidade no corpo e a insensatez de um adolescente,
se um dia amasse, oferecer-te-ía uma flor, ou dez flores ou cem mil, e mesmo assim encontraria a tua fragrância,
se um dia amasse, seguir-te-ía para onde fosses, porque só contigo me sentiria em casa,
se um dia amasse, olhar-te-ía sempre como da primeira vez, com a mesma profundidade, com a mesma força de quem te deseja,
se um dia amasse, abraçar-te-ía nos momentos bons, mas carregar-te-ía nos menos bons,
se um dia amasse, beijar-te-ía num dia de sol, aconchegar-te-ía num dia de chuva e proteger-te-ía num vendaval,
se um dia amasse, encontraria o tempo que nos foje, e faria com que ficasse e não mais fugisse,
se um dia amasse, amar-te-ía sempre e todos os dias, na cama, no chão ou na mesa da cozinha,
se um dia amasse, levar-te-ía aos lugares dos nossos sonhos, aos lugares das nossas fantasias, aos recantos das nossas almas,
se um dia amasse, desejaria ter os teus filhos, amá-los-ía contigo, e crescê-los-ía connosco,
se um dia amasse, seria o teu amigo, o teu parceiro, o teu confidente, o teu sócio, o teu amante,
se um dia amasse, seria teu e tu serias minha, seríamos nós mesmos, seríamos um, seríamos dois, seríamos o que somos mas em conjunto,
se um dia amasse, só poderia amar-te a ti, pois só tu me completas e preenches o meu espaço vazio de ti.
se um dia amasse...
...um dia te amarei, hoje amo-te!
Hoje não tenho medo,
hoje perco-me no teu olhar,
hoje festejo o meu renascimento,
hoje sinto-me saudavelmente insensato,
hoje ofereço-te uma flor,
hoje sinto-me em casa,
hoje olho-te como da primeira vez,
hoje abraço-te e carrego-te ao colo para o teu conforto,
hoje beijo-te e aconchego-te,
hoje amarro o tempo,
hoje amo-te onde quiseres,
hoje levo-te daqui para um recanto só nosso,
hoje...um dia,
hoje sou tudo o que precisares,
hoje sou teu,
hoje...
Hoje estou contigo como da primeira vez,
assim como estarei amanhã e no fim dos tempos.
Hoje é eterno!
Tuesday, March 31, 2009
Estados de Saúde
Sinto falta do teu sorriso.
Sinto falta da tua viva alegria de estar, da tua energia positiva, do teu lado bem disposto.
Bem sei que nem sempre podemos estar assim, alegres e bem dispostos.
Talvez seja egoísmo meu sentir essa falta pelo bem que me faz a mim, e desejar vê-lo espelhado na tua face, pela alegria que me dá ver-te sorrir, pelo arrebatado sentimento de felicidade que sinto ao sentir-te feliz.
Mas acima de tudo, é por saber que esse teu sorriso revela o melhor de ti e do teu estado de espírito.
Desejo de rápidas melhoras.
Beijo
Monday, March 30, 2009
O Tempo
Porque te demoras quando choro
estas lágrimas secas que me enchem
de dor e de agonia e desespero
e ao limite das costelas me cheguem?
Porque ficas nessa serenidade?
trais-me assim sem dó nem piedade!
Vai-te, que já me arrasto no chão,
não vês que me rebentas o coração?
Ainda à dias assim me fugiste,
tão rápida a visita que nem me viste.
Bastou-te sentires-me um sorriso,
e logo te arrepiaste sem aviso.
No prazer dos meus sentidos,
sentes-te um estranho deslocado,
vês-me feliz de prazer eterno,
e logo partes tresloucado.
Larga-me Tempo maldito,
que só páras quando não te preciso,
dispenso a tua companhia malvada,
que só serve de tortura inesperada.
estas lágrimas secas que me enchem
de dor e de agonia e desespero
e ao limite das costelas me cheguem?
Porque ficas nessa serenidade?
trais-me assim sem dó nem piedade!
Vai-te, que já me arrasto no chão,
não vês que me rebentas o coração?
Ainda à dias assim me fugiste,
tão rápida a visita que nem me viste.
Bastou-te sentires-me um sorriso,
e logo te arrepiaste sem aviso.
No prazer dos meus sentidos,
sentes-te um estranho deslocado,
vês-me feliz de prazer eterno,
e logo partes tresloucado.
Larga-me Tempo maldito,
que só páras quando não te preciso,
dispenso a tua companhia malvada,
que só serve de tortura inesperada.
Thursday, March 26, 2009
Desejos sem controlo...
Não consigo acalmar este meu desejo por ti!
Sempre que te sinto por perto o meu coração bate mais forte.
O meu espírito rejuvenesce e o meu corpo reclama o teu abraço.
Arde-me a alma de paixão, os meus sentidos aguçam-se ao teu toque,
o calor do teu corpo junto ao meu é o acelerador do meu fogo,
e ao abraçar-te, aspiro cada insenso que libertas,
como se de uma droga se tratasse,
tal a dependencia que te tenho
e sem a qual o meu corpo treme de desejo.
E assim este meu instinto animal sobressai
e comanda os meus impulsos
sem qualquer respeito à razão que os tenta serenar.
A vontade que o meu corpo sente por te possuír nos seus braços,
e de se entrelaçar em ti e te fazer tremer de prazer,
é um sentimento de dificil transposição sem a sua satisfação pura.
E a lembrança de cada momento em que unimos a nossa carne,
é o engodo e a tentação que me retem neste abismo de prazer prometido
sem a realização do qual ficarei retido neste estado de frenesim
e desta forma esta vontade insatisfeita me tortura
até que se veja concretizado o seu mais delirante desejo
e os corpos se unam e se gozem pelo prazer carnal
que resulta da paixão ardente dos nossos corpos
e do profundo amor que sentimos na nossa alma.
Sempre que te sinto por perto o meu coração bate mais forte.
O meu espírito rejuvenesce e o meu corpo reclama o teu abraço.
Arde-me a alma de paixão, os meus sentidos aguçam-se ao teu toque,
o calor do teu corpo junto ao meu é o acelerador do meu fogo,
e ao abraçar-te, aspiro cada insenso que libertas,
como se de uma droga se tratasse,
tal a dependencia que te tenho
e sem a qual o meu corpo treme de desejo.
E assim este meu instinto animal sobressai
e comanda os meus impulsos
sem qualquer respeito à razão que os tenta serenar.
A vontade que o meu corpo sente por te possuír nos seus braços,
e de se entrelaçar em ti e te fazer tremer de prazer,
é um sentimento de dificil transposição sem a sua satisfação pura.
E a lembrança de cada momento em que unimos a nossa carne,
é o engodo e a tentação que me retem neste abismo de prazer prometido
sem a realização do qual ficarei retido neste estado de frenesim
e desta forma esta vontade insatisfeita me tortura
até que se veja concretizado o seu mais delirante desejo
e os corpos se unam e se gozem pelo prazer carnal
que resulta da paixão ardente dos nossos corpos
e do profundo amor que sentimos na nossa alma.
Momentum
(An essential or constituent element - a moment)
abraço-te no escuro,
moldamos os corpos,
tornamo-nos num só,
no calor dos corpos.
apaziguo a minha solidão,
no abraço que nos funde,
nestas noites de escuridão,
onde já nada me confunde.
o teu cheio apreendo,
e pressinto o teu ritmo,
e os corpos num todo,
adormecem em uníssono.
invadem-nos os sonhos,
alheios às razões,
que receios e medos,
não contam sermões.
acordamos pasmados,
pela ousadia dos sonhos,
que nos deixam embeiçados,
pelas vidas de sonhos.
e ainda assim moldados,
como se de um só corpo,
somos então despertados,
e em harmonia nos atamos.
abraço-te no escuro,
moldamos os corpos,
tornamo-nos num só,
no calor dos corpos.
apaziguo a minha solidão,
no abraço que nos funde,
nestas noites de escuridão,
onde já nada me confunde.
o teu cheio apreendo,
e pressinto o teu ritmo,
e os corpos num todo,
adormecem em uníssono.
invadem-nos os sonhos,
alheios às razões,
que receios e medos,
não contam sermões.
acordamos pasmados,
pela ousadia dos sonhos,
que nos deixam embeiçados,
pelas vidas de sonhos.
e ainda assim moldados,
como se de um só corpo,
somos então despertados,
e em harmonia nos atamos.
Tuesday, March 24, 2009
Amor é...
amor
amor é o teu toque quando me agarras,
amor é o teu olhar quando nos encontramos,
amor é o calor dos teus lábios quando me beijas,
amor é o teu corpo quando te aninhas em mim,
amor é o teu cheiro quando me abraças,
amor é a tua voz quando me chamas,
amor é o teu olhar quando não falas,
amor é o teu abraço noturno quando me procuras na cama,
amor é o carinho que me dedicas quando preciso,
amor é o teu desejo na minha ausência,
amor é a força que me transmites todos os dias,
amor é a incerteza que superamos juntos,
amor são os sonhos que construímos e vivemos,
amor somos nós dois juntos,
amor...
...amor não é nada apenas do referido.
amor é tudo isso e muito mais,
amor és tu, simplesmente tu!
amor...
Friday, March 20, 2009
Sentimentos...
Por vezes não sei explicar o que sinto ao olhar para ti.
Olho e observo. Mas o mistério permanece.
Tento ler atentamente cada movimento, cada gesto, cada jeito do teu corpo.
Até mesmo um pequeno palpitar, onde cada momento é para mim uma nova descoberta.
Admiro atentamente cada pormenor como se nunca mais se repetisse,
e para sempre se perdesse irremediavelmente no fim dos tempos, sem volta nem gozo.
De cada detalhe da tua pele, do jeito do teu olhar, da tua expressão ou pequeno gesto que seja,
e esforço-me para em vão extraír a resposta para o mistério do meu sentimento.
Da música da tua voz procuro a melodia que me situe no espaço e no tempo do meu amor por ti.
Para apenas me deixar embalar numa sensação de paz e harmonia, sem espaço nem tempo.
Do teu cheiro tento decifrar a essência do que em ti me enlouquece de paixão.
Mas culmino numa tranquila sensação de prazer em enebriada levitação do meu ser.
Olho e observo, atento, como se te visse pela primeira vez, como se te tivesse onhecido numa esfera de ideias e sentimentos.
Como se cada espaço que palmeio e sentimento que reencontro fosse uma nova descoberta de uma fantástica epopeia.
Continuo sem saber explicar o que sinto ao olhar para ti.
Olho e observo. Mas o mistério permanece.
Talvez asssim deva permanecer, até ao fim dos tempos...
Olho e observo. Mas o mistério permanece.
Tento ler atentamente cada movimento, cada gesto, cada jeito do teu corpo.
Até mesmo um pequeno palpitar, onde cada momento é para mim uma nova descoberta.
Admiro atentamente cada pormenor como se nunca mais se repetisse,
e para sempre se perdesse irremediavelmente no fim dos tempos, sem volta nem gozo.
De cada detalhe da tua pele, do jeito do teu olhar, da tua expressão ou pequeno gesto que seja,
e esforço-me para em vão extraír a resposta para o mistério do meu sentimento.
Da música da tua voz procuro a melodia que me situe no espaço e no tempo do meu amor por ti.
Para apenas me deixar embalar numa sensação de paz e harmonia, sem espaço nem tempo.
Do teu cheiro tento decifrar a essência do que em ti me enlouquece de paixão.
Mas culmino numa tranquila sensação de prazer em enebriada levitação do meu ser.
Olho e observo, atento, como se te visse pela primeira vez, como se te tivesse onhecido numa esfera de ideias e sentimentos.
Como se cada espaço que palmeio e sentimento que reencontro fosse uma nova descoberta de uma fantástica epopeia.
Continuo sem saber explicar o que sinto ao olhar para ti.
Olho e observo. Mas o mistério permanece.
Talvez asssim deva permanecer, até ao fim dos tempos...
Tuesday, February 24, 2009
Abraço
Sinto falta do teu abraço.
Preciso sentir o teu cheiro, o teu sabor,
que me transportam para um mundo só nosso.
O som das tuas palavras e a música do teu riso
são o encanto da minha alma, da nossa alma.
O toque dos teus lábios e o calor do teu corpo
são o conforto que sempre anseio, que me descansam.
O teu olhar passou a ser o meu universo,
onde me perco alegremente e eternamente.
Tudo o resto perde a importância de outros tempos.
Tudo ganha um novo sentido com o teu abraço.
Sinto falta do teu abraço.
Faltam 3 dias...
Preciso sentir o teu cheiro, o teu sabor,
que me transportam para um mundo só nosso.
O som das tuas palavras e a música do teu riso
são o encanto da minha alma, da nossa alma.
O toque dos teus lábios e o calor do teu corpo
são o conforto que sempre anseio, que me descansam.
O teu olhar passou a ser o meu universo,
onde me perco alegremente e eternamente.
Tudo o resto perde a importância de outros tempos.
Tudo ganha um novo sentido com o teu abraço.
Sinto falta do teu abraço.
Faltam 3 dias...
Monday, February 2, 2009
Saudade
A saudade que sinto é sofucante!
É certo que me trás alegrias vividas,
e me faz sentir satisfeito e feliz.
Lembra-me sensações de bem estar,
e completa-me a ausência de ti.
É certo que me trás memórias
dos momentos que partilhámos,
e que me faz sentir confiante
nos momentos que planeamos ter.
É certo que, na sua aparente insensatez,
me trás alivio dos momentos vividos
e de os ter sentido intensamente
envolto nos teus braços e no teu olhar.
É certo que me ilude nesta solidão,
neste teu espaço vazio que deixaste,
e que me induz a tua presença,
na continuação do prazer de te ter.
É certo! É certo! É a vida de ti!
Esta saudade que me sufoca
não me mata nem me corrói.
É apenas a vontade de te sentir aqui.
E só de pensar que ainda agora te ausentaste dos meus braços...
É certo que me trás alegrias vividas,
e me faz sentir satisfeito e feliz.
Lembra-me sensações de bem estar,
e completa-me a ausência de ti.
É certo que me trás memórias
dos momentos que partilhámos,
e que me faz sentir confiante
nos momentos que planeamos ter.
É certo que, na sua aparente insensatez,
me trás alivio dos momentos vividos
e de os ter sentido intensamente
envolto nos teus braços e no teu olhar.
É certo que me ilude nesta solidão,
neste teu espaço vazio que deixaste,
e que me induz a tua presença,
na continuação do prazer de te ter.
É certo! É certo! É a vida de ti!
Esta saudade que me sufoca
não me mata nem me corrói.
É apenas a vontade de te sentir aqui.
E só de pensar que ainda agora te ausentaste dos meus braços...
Tuesday, January 13, 2009
Hoje, amanhã e no fim dos tempos...
Olho-te hoje, bela, reluzente, jovem,
como é magnífico o teu corpo nú,
como me deixo enebriar pelo teu cheiro.
O teu corpo belo e erótico tolda-me a razão,
A tua voz doce e meiga cala-me os sentidos,
e o meu desejo por ti cresce a cada momento.
Sinto este calor ardente e incessante por ti,
a fome carnal insaciável por cada pedaço de ti,
a adoração inexplicável que me entontece.
Vejo-te hoje bela e deslumbrante,
que me aconchegas o espírito,
e me acalentas o corpo.
Imagino-te um dia, como hoje,
um dia distante, no fim dos tempos.
Um dia que há-de ser, de uma vida vivida.
Revejo os nossos corpos gastos pelo tempo,
marcados pela vida, pelas vicissitudes,
pelo cansaço e pelo esforço desgastante.
Olho o teu corpo velho e flácido,
a mera sombra de outros tempos,
e com o peso da idade.
Olho-te, então, bela, reluzente e magnífica,
como é esplendoroso o teu corpo nú,
como me deixo enebriar pelo teu cheiro.
O teu corpo belo e erótico tolda-me a razão,
A tua voz doce e meiga cala-me os sentidos,
e o meu desejo por ti permanece crescente.
Sinto este calor ardente e incessante por ti,
a fome carnal insaciável por cada pedaço de ti,
a adoração inexplicável que me entontece.
Vejo-te, então, sempre bela e deslumbrante,
que me aconchegas o espírito,
e me acalentas o corpo.
Porque o corpo é teu, porque és tu,
e nele transparece a tua alma,
e o teu íntimo.
E amo o teu corpo sem parar,
hoje e amanhã e no fim dos tempos,
porque te amo a ti.
como é magnífico o teu corpo nú,
como me deixo enebriar pelo teu cheiro.
O teu corpo belo e erótico tolda-me a razão,
A tua voz doce e meiga cala-me os sentidos,
e o meu desejo por ti cresce a cada momento.
Sinto este calor ardente e incessante por ti,
a fome carnal insaciável por cada pedaço de ti,
a adoração inexplicável que me entontece.
Vejo-te hoje bela e deslumbrante,
que me aconchegas o espírito,
e me acalentas o corpo.
Imagino-te um dia, como hoje,
um dia distante, no fim dos tempos.
Um dia que há-de ser, de uma vida vivida.
Revejo os nossos corpos gastos pelo tempo,
marcados pela vida, pelas vicissitudes,
pelo cansaço e pelo esforço desgastante.
Olho o teu corpo velho e flácido,
a mera sombra de outros tempos,
e com o peso da idade.
Olho-te, então, bela, reluzente e magnífica,
como é esplendoroso o teu corpo nú,
como me deixo enebriar pelo teu cheiro.
O teu corpo belo e erótico tolda-me a razão,
A tua voz doce e meiga cala-me os sentidos,
e o meu desejo por ti permanece crescente.
Sinto este calor ardente e incessante por ti,
a fome carnal insaciável por cada pedaço de ti,
a adoração inexplicável que me entontece.
Vejo-te, então, sempre bela e deslumbrante,
que me aconchegas o espírito,
e me acalentas o corpo.
Porque o corpo é teu, porque és tu,
e nele transparece a tua alma,
e o teu íntimo.
E amo o teu corpo sem parar,
hoje e amanhã e no fim dos tempos,
porque te amo a ti.
Monday, January 12, 2009
Dead Causes
The sea waves are battling the rocks, as if they stood in their way to their heaven. I hear them soar like dragons out from the caves of hell. They fight and fight as if their lives depended on it. And they keep on trying over and over, bashing their way over the rocks, but keep having to go back unwillingly.
The rocks don´t move, they just lay there, as if nothing went by. They don´t stare, they don´t feel, they don´t wish. They are there because they were born there. And that's what they do, and always have done.
The rocks don´t move, they just lay there, as if nothing went by. They don´t stare, they don´t feel, they don´t wish. They are there because they were born there. And that's what they do, and always have done.
Saturday, December 27, 2008
Beautifull butterfly...
Nasceste, cresceste e te desenvolveste.
Tornaste-te num exemplar fantástico, prestes a gozar da tua liberdade de movimentos, com uma beleza incandescente.
Encontras-te ainda protegida, no teu casulo, à espera do momento ideal. Aguardas aquele momento especial para esticares as tuas asas enormes e coloridas, que te levarão onde precisas.
Atentamente, espreitas o mundo exterior, observas todas as suas contrariedades, ponderas os seus riscos, temes os seus terrores, e namoras a sua infindável beleza.
Na segurança do teu casulo te deixas ficar, seleccionando a primeira flôr onde poisarás e observarás o mundo que te espera.
A primeira flôr, o primeiro vôo, uma nova etapa de uma nova vida… …diferente, dinâmica, assustadora, cativante, bela, arrepiante, desafiante, fantástica, cansativa, extasiante …
Nesse teu casulo te observo, atento, e espero pelo teu primeiro vôo, para voarmos juntos…
..."Come and fly with me..."
Tornaste-te num exemplar fantástico, prestes a gozar da tua liberdade de movimentos, com uma beleza incandescente.
Encontras-te ainda protegida, no teu casulo, à espera do momento ideal. Aguardas aquele momento especial para esticares as tuas asas enormes e coloridas, que te levarão onde precisas.
Atentamente, espreitas o mundo exterior, observas todas as suas contrariedades, ponderas os seus riscos, temes os seus terrores, e namoras a sua infindável beleza.
Na segurança do teu casulo te deixas ficar, seleccionando a primeira flôr onde poisarás e observarás o mundo que te espera.
A primeira flôr, o primeiro vôo, uma nova etapa de uma nova vida… …diferente, dinâmica, assustadora, cativante, bela, arrepiante, desafiante, fantástica, cansativa, extasiante …
Nesse teu casulo te observo, atento, e espero pelo teu primeiro vôo, para voarmos juntos…
..."Come and fly with me..."
Tuesday, December 16, 2008
AMOR
"Amor"
...esse termo carinhoso usado no meio de uma qualquer frase sem que lá estivesse, que me faz vibrar, sorrir de felicidade, que me faz sentir vivo e desejado.
Gritar
Apetece-me gritar,
mas gritar bem alto, até ficar sem forças.
Quero gritar
até que tudo trema, até ensurdecer.
Quero gritar
pelos deuses e pelos demónios que me fizeram assim,
e eles depois juntos que se entendam.
Quero gritar
até fazer vibrar a terra, tirar a lua de órbita e o sol de apagar.
Quero gritar
até me desintegrar, até rebentar as costelas e virar pó.
Quero gritar!
Pode ser que assim deixe de sentir a dor que me corrói a alma.
Subscribe to:
Posts (Atom)