Queria saber se ti. Das tuas ideias, de como te sentes, como te correu o dia. Coisas simples, sabes? Coisas importantes, que gostamos de partilhar, e de te (te) conhecer a cada dia.
É nestas pequenas grandes coisas que construía uma imagem de ti mais perfeita e apaixonada a cada momento.
Sinto a tua ausência...
Sunday, November 10, 2019
Sinto-me uma merda!
Sinto-me uma merda!
Deixar-te foi a pior asneira de todas.
Eu sei, é um sentimento egoísta. Estou só a pensar em mim. Mas é o que sinto agora. E é uma merda!
Desculpa!
Deixar-te foi a pior asneira de todas.
Eu sei, é um sentimento egoísta. Estou só a pensar em mim. Mas é o que sinto agora. E é uma merda!
Desculpa!
Só
Estou aqui a jantar sozinho, animado pelo programa que se segue, e subitamente a sentir-me só por não o poder partilhar contigo.
O programa?
Até aqui tem sido rico em experiências, aprendizagens e ideias a implementar. O que se segue é mais cultural, e promete um misto de profundidade com criatividade.
E... fica tudo isto aqui comigo, sem ti.
Este dia tão bem passado ficará guardado no meu álbum particular, a que mais ninguém terá acesso.
Sinto a tua falta...
O programa?
Até aqui tem sido rico em experiências, aprendizagens e ideias a implementar. O que se segue é mais cultural, e promete um misto de profundidade com criatividade.
E... fica tudo isto aqui comigo, sem ti.
Este dia tão bem passado ficará guardado no meu álbum particular, a que mais ninguém terá acesso.
Sinto a tua falta...
Ficou um vazio com a tua partida, sabes?
Ficou um vazio com a tua partida, sabes?
E esse vazio é meu, não teu.
Não tinha percebido que a minha felicidade estava, na verdade, tão dependente da tua. Eram teus os meus sorrisos. Eram tuas as minhas alegrias. Eram teus os meus sucessos. E nessa ausência, fica o vazio. E está difícil preencher agora esse vazio.
A cada momento que esboço um sorriso, procuro os teus lábios para o partilhar. Mas não os encontro, e o sorriso vai-se.
A cada momento que sinto uma alegria, procuro o teu olhar para ta transmitir. Mas não o encontro, e a alegria vai-se.
A cada pequeno sucesso que concretizo, procuro os teus braços para to dedicar. Mas não os encontro, e o sucesso vai-se.
A cada vislumbre de felicidade, este perde sentido. Parece não valer a pena vivê-lo sozinho. Felicidade a sós é ilusão.
Ficou um vazio com a tua partida, já te disse?
É um vazio meu, não teu.
Nem tinha percebido que, com o tempo, coloquei tão grande responsabilidade sobre os teus ombros. Deve ter-te sido difícil suportar esta responsabilidade tanto tempo.
Eu vou aprender a preencher este espaço sozinho!
Não está a ser fácil, sabes? Dói-me muito não poder partilhar contigo as descobertas, as aprendizagens, os sorrisos e os passos nesta evolução de vida.
Mas eu estou a aprender a preencher este espaço sozinho!
E esse vazio é meu, não teu.
Não tinha percebido que a minha felicidade estava, na verdade, tão dependente da tua. Eram teus os meus sorrisos. Eram tuas as minhas alegrias. Eram teus os meus sucessos. E nessa ausência, fica o vazio. E está difícil preencher agora esse vazio.
A cada momento que esboço um sorriso, procuro os teus lábios para o partilhar. Mas não os encontro, e o sorriso vai-se.
A cada momento que sinto uma alegria, procuro o teu olhar para ta transmitir. Mas não o encontro, e a alegria vai-se.
A cada pequeno sucesso que concretizo, procuro os teus braços para to dedicar. Mas não os encontro, e o sucesso vai-se.
A cada vislumbre de felicidade, este perde sentido. Parece não valer a pena vivê-lo sozinho. Felicidade a sós é ilusão.
Ficou um vazio com a tua partida, já te disse?
É um vazio meu, não teu.
Nem tinha percebido que, com o tempo, coloquei tão grande responsabilidade sobre os teus ombros. Deve ter-te sido difícil suportar esta responsabilidade tanto tempo.
Eu vou aprender a preencher este espaço sozinho!
Não está a ser fácil, sabes? Dói-me muito não poder partilhar contigo as descobertas, as aprendizagens, os sorrisos e os passos nesta evolução de vida.
Mas eu estou a aprender a preencher este espaço sozinho!
Tenho vontade de te dizer. Não é bem vontade. É preciso!
Tenho vontade de te dizer.
Não é bem vontade. É preciso!
Preciso de te dizer.
Preciso soltar esta emoção que me enche por dentro, que luta por sair sem conseguir. E que empurra, força, numa tentativa vã de sair ao mundo.
Preciso de te dizer.
Esta coisa que cresce em mim, desejosa de vida, de intensidade, por uma razão de ser, precisa sair.
É preciso. É vital.
Se não sair, ainda me rebenta as costelas. E eu fico aqui, desfeito, inútil, um zombie. E esta coisa só precisa sair ao mundo, e correr livre como sempre deveria ter feito.
É a sua natureza, sabes?
Correr livremente.
Não foi feita para ficar contida. Não pode. Presa, cresce como um cancro até se autodestruir. Presa, não floresce, apodrece.
Presa, vira grito ensurdecedor.
É uma imensa emoção contida ao longo dos anos. E dói. Dói fisicamente, e dói na alma. É triste ver assim algo tão livre, tão acorrentada.
Perturba-me, sabes?
Deixei-a acumular-se nos cantos dos meus órgãos até não poder mais. E agora é preciso que saia. É vital que me livre desta pressão, desta dor que me atormenta.
Não tenho outra forma.
Não a consigo viver. Não tenho meios de a soltar aos poucos, como numa panela de pressão em lume intenso.
Preciso de gritar esta avalanche.
Preciso que me ouças. E depois... depois podes partir. Depois podes seguir a tua vida em paz.
E até desejo que o faças.
Em liberdade.
Em construção do teu caminho. Dos teus sonhos. E viveres a tua felicidade.
Mas antes, preciso de ti.
Preciso apenas de uns instantes da tua atenção plena, da tua presença consciente e intencional. Preciso do teu olhar, das tuas mãos, do aconchego do teu abraço.
Preciso que me ajudes.
Preciso que me ajudes a soltar esta emoção, para que ambos possamos seguir, cada um, o seu caminho.
Tenho vontade de te dizer.
Não é bem vontade. É preciso!
Preciso de te dizer que te amo.
Preciso de te dizer adeus...
Não é bem vontade. É preciso!
Preciso de te dizer.
Preciso soltar esta emoção que me enche por dentro, que luta por sair sem conseguir. E que empurra, força, numa tentativa vã de sair ao mundo.
Preciso de te dizer.
Esta coisa que cresce em mim, desejosa de vida, de intensidade, por uma razão de ser, precisa sair.
É preciso. É vital.
Se não sair, ainda me rebenta as costelas. E eu fico aqui, desfeito, inútil, um zombie. E esta coisa só precisa sair ao mundo, e correr livre como sempre deveria ter feito.
É a sua natureza, sabes?
Correr livremente.
Não foi feita para ficar contida. Não pode. Presa, cresce como um cancro até se autodestruir. Presa, não floresce, apodrece.
Presa, vira grito ensurdecedor.
É uma imensa emoção contida ao longo dos anos. E dói. Dói fisicamente, e dói na alma. É triste ver assim algo tão livre, tão acorrentada.
Perturba-me, sabes?
Deixei-a acumular-se nos cantos dos meus órgãos até não poder mais. E agora é preciso que saia. É vital que me livre desta pressão, desta dor que me atormenta.
Não tenho outra forma.
Não a consigo viver. Não tenho meios de a soltar aos poucos, como numa panela de pressão em lume intenso.
Preciso de gritar esta avalanche.
Preciso que me ouças. E depois... depois podes partir. Depois podes seguir a tua vida em paz.
E até desejo que o faças.
Em liberdade.
Em construção do teu caminho. Dos teus sonhos. E viveres a tua felicidade.
Mas antes, preciso de ti.
Preciso apenas de uns instantes da tua atenção plena, da tua presença consciente e intencional. Preciso do teu olhar, das tuas mãos, do aconchego do teu abraço.
Preciso que me ajudes.
Preciso que me ajudes a soltar esta emoção, para que ambos possamos seguir, cada um, o seu caminho.
Tenho vontade de te dizer.
Não é bem vontade. É preciso!
Preciso de te dizer que te amo.
Preciso de te dizer adeus...
Sinto a tua falta
Sinto a tua falta.
Sinto a falta dos nossos olhares se encontrarem entre o espaço que criamos, e de anular esse espaço no reencontro dos nossos corpos.
Sinto a tua falta.
Sinto a falta dos nossos sentimentos partilhados entre olhares, sem as palavras que são apenas pálidas sombras das emoções que nos dão vida.
Sinto a tua falta.
Sinto falta dos toques entre as nossas mãos, que se entrelaçam e se soltam e se voltam a encontrar. E a cada reencontro, é como uma torrente de oxcitoxina e adrenalina de mãos dadas a percorrer todo o corpo, num turbilhão de secretos sentimentos que só nós entendemos.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da cumplicidade, em que basta um olhar para nos alinharmos no mesmo pensamento, na mesma intenção, na mesma descoberta, na mesma ação... na mesmo emoção que palpita nos nossos corações.
Sinto a tua falta.
Sinto falta das lágrimas e das gargalhadas, e mais ainda dos sorrisos e do brilho que irradias. Da energia que nos carrega a alma, mesmo quando todo o corpo desfalece de cansaço, e um raio de felicidade se desvenda nos lábios, nos olhos, na voz, no encosto ao ombro.
Sinto a tua falta.
Sinto falta das partilhas soltas e das partilhas juntas, dos pressupostos e das alucinações construídas em conjunto, das ideias desconexas que se transformam em sonhos por realizar. Dos projectos idealizados e dos projectos a concretizar, das individualidades e do conjunto das nossas vontades, e em especial do nosso projecto família.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da tua voz, de te reconfortar e me sentir reconfortado nos nossos abraços, e sentir que é nesse encontro que me sinto em casa. Sentir que, onde quer que estejamos, em que situação for, casa é sempre onde nos reencontramos a cada momento.
Sinto a tua falta.
Sinto falta de caminharmos juntos, de irmos à descoberta sem saber bem como ou por onde, e saber que juntos estaremos sempre bem, aconteça o que acontecer.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da distância que alimenta o nosso reencontro, que intensifica a nossa presença, a nossa vida. Sinto falta da nossa terceira idade, e das histórias das nossas aventuras, falhanços e sucessos ao sabor das ondas do mar.
Sinto a tua falta.
Sinto falta do pensamento de ti, da eminência do reencontro, daquela sensação do "está quase, daqui a pouco nos encontramos". Sinto falta das surpresas só porque sim, da espontaneidade que nos diverte, das pequenas coisas que nos aquecem o coração, da tua voz a cantar e do teu corpo a dançar.
Sinto a tua falta.
Sinto até falta das pequenas coisas que às vezes me irritam, das nossas diferenças que tantas vezes se complementam, e de todas essas coisas que me fazem lembrar que também isso és tu que tanto amo!
Sinto a tua falta.
Sinto falta do nosso amor, tão diferente e tão naturalmente conectado. De sermos nós, livres na nossa escolha de seguirmos juntos com leveza e uma forte intenção de vivermos a nossa felicidade. Sem as preocupações do que está lá fora, seguros do que sentimos a cada momento.
Sinto falta de ti.
Sinto falta de poder viver contigo esse amor contigo.
Sinto a falta dos nossos olhares se encontrarem entre o espaço que criamos, e de anular esse espaço no reencontro dos nossos corpos.
Sinto a tua falta.
Sinto a falta dos nossos sentimentos partilhados entre olhares, sem as palavras que são apenas pálidas sombras das emoções que nos dão vida.
Sinto a tua falta.
Sinto falta dos toques entre as nossas mãos, que se entrelaçam e se soltam e se voltam a encontrar. E a cada reencontro, é como uma torrente de oxcitoxina e adrenalina de mãos dadas a percorrer todo o corpo, num turbilhão de secretos sentimentos que só nós entendemos.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da cumplicidade, em que basta um olhar para nos alinharmos no mesmo pensamento, na mesma intenção, na mesma descoberta, na mesma ação... na mesmo emoção que palpita nos nossos corações.
Sinto a tua falta.
Sinto falta das lágrimas e das gargalhadas, e mais ainda dos sorrisos e do brilho que irradias. Da energia que nos carrega a alma, mesmo quando todo o corpo desfalece de cansaço, e um raio de felicidade se desvenda nos lábios, nos olhos, na voz, no encosto ao ombro.
Sinto a tua falta.
Sinto falta das partilhas soltas e das partilhas juntas, dos pressupostos e das alucinações construídas em conjunto, das ideias desconexas que se transformam em sonhos por realizar. Dos projectos idealizados e dos projectos a concretizar, das individualidades e do conjunto das nossas vontades, e em especial do nosso projecto família.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da tua voz, de te reconfortar e me sentir reconfortado nos nossos abraços, e sentir que é nesse encontro que me sinto em casa. Sentir que, onde quer que estejamos, em que situação for, casa é sempre onde nos reencontramos a cada momento.
Sinto a tua falta.
Sinto falta de caminharmos juntos, de irmos à descoberta sem saber bem como ou por onde, e saber que juntos estaremos sempre bem, aconteça o que acontecer.
Sinto a tua falta.
Sinto falta da distância que alimenta o nosso reencontro, que intensifica a nossa presença, a nossa vida. Sinto falta da nossa terceira idade, e das histórias das nossas aventuras, falhanços e sucessos ao sabor das ondas do mar.
Sinto a tua falta.
Sinto falta do pensamento de ti, da eminência do reencontro, daquela sensação do "está quase, daqui a pouco nos encontramos". Sinto falta das surpresas só porque sim, da espontaneidade que nos diverte, das pequenas coisas que nos aquecem o coração, da tua voz a cantar e do teu corpo a dançar.
Sinto a tua falta.
Sinto até falta das pequenas coisas que às vezes me irritam, das nossas diferenças que tantas vezes se complementam, e de todas essas coisas que me fazem lembrar que também isso és tu que tanto amo!
Sinto a tua falta.
Sinto falta do nosso amor, tão diferente e tão naturalmente conectado. De sermos nós, livres na nossa escolha de seguirmos juntos com leveza e uma forte intenção de vivermos a nossa felicidade. Sem as preocupações do que está lá fora, seguros do que sentimos a cada momento.
Sinto falta de ti.
Sinto falta de poder viver contigo esse amor contigo.
Monday, August 10, 2015
Só posso imaginar o que sentes.
E imaginando, sinto.
Talvez não o mesmo.
Certamente... não o mesmo.
Mas sinto, e sinto igual.
É diferente. Não é o mesmo.
Ainda assim, sinto tanto.
E sinto com tanta intensidade que me atrevo a afirmar que sinto o mesmo.
Sinto o mesmo sentimento.
E é assim, sinto tão forte que se torna difícil manter este sentimento dentro desta caixa de ossos.
Sinto tanto, bate forte, que sinto o peito rebentar.
Só posso imaginar o que sentes.
E imaginando, sinto.
E imaginando, sinto.
Talvez não o mesmo.
Certamente... não o mesmo.
Mas sinto, e sinto igual.
É diferente. Não é o mesmo.
Ainda assim, sinto tanto.
E sinto com tanta intensidade que me atrevo a afirmar que sinto o mesmo.
Sinto o mesmo sentimento.
E é assim, sinto tão forte que se torna difícil manter este sentimento dentro desta caixa de ossos.
Sinto tanto, bate forte, que sinto o peito rebentar.
Só posso imaginar o que sentes.
E imaginando, sinto.
Certamente... não o mesmo.
Mas sinto, e sinto igual.
Mas sinto, e sinto igual.
Sinto a mesma força.
Friday, June 12, 2015
Sinto...
do teu sorriso,
do teu calor.
Queria tanto agora sentir
o teu cheiro,
o teu conforto,
e deixar-me envolver
no teu corpo
até sentir
a tua alma,
a tua essência,
e deixar-me estar
até que o espaço entre nós
desapareça.
E tudo isto sinto... sem saber sentir.
Monday, November 14, 2011
Amor...
Não são as formas nem as cores,
não são os sons nem os sabores,
nem os abraços e suaves toques,
ou as habituais palavras doces.
Não são os beijos ardentes de desejos,
contidos nos momentos de ausências,
nem os prazeres desfeitos em gemidos,
nem os movimentos sentidos de carências.
Não são as palavras amigas e sentidas,
nem os gestos de conforto e de carinho,
não são os olhares cúmplices que partilhas,
nem as lágrimas por vezes vertidas.
São todo um conjunto de coisas
imperceptíveis e inimagináveis,
invisíveis e indeterminadas,
que me permitem dizer-te…
…que te amo!
.
Thursday, February 17, 2011
Contigo...
Logo... logo mais descansamos,
deitamo-nos lado a lado,
e sonhamos juntos.
Olhamo-nos nos olhos,
e penetramos nas nossas almas,
no nosso ser profundo.
Aspiramos os nossos cheiros,
exalamos o aroma da nossa união,
e inspiramos os nossos desejos.
Beijamo-nos e abraçamo-nos,
como se amanhã fosse o vazio,
e hoje uma despedida.
Contemplanos os nossos corpos,
sentimos a pele, contornamos os corpos,
e exercemos a nossa luxúria.
Voltamos a sonhar, acordados,
abraçados, exaustos mas saciados,
na expectativa do amanhã!
E descansamos, recatados, sonhadores.
Deitamo-nos lado a lado,
e vivemos o sonho.
deitamo-nos lado a lado,
e sonhamos juntos.
Olhamo-nos nos olhos,
e penetramos nas nossas almas,
no nosso ser profundo.
Aspiramos os nossos cheiros,
exalamos o aroma da nossa união,
e inspiramos os nossos desejos.
Beijamo-nos e abraçamo-nos,
como se amanhã fosse o vazio,
e hoje uma despedida.
Contemplanos os nossos corpos,
sentimos a pele, contornamos os corpos,
e exercemos a nossa luxúria.
Voltamos a sonhar, acordados,
abraçados, exaustos mas saciados,
na expectativa do amanhã!
E descansamos, recatados, sonhadores.
Deitamo-nos lado a lado,
e vivemos o sonho.
Tuesday, December 28, 2010
A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Não sei aonde os sonhos nos levam... nem que fantasias constroiem...
...mas sei onde me sinto bem e quero estar todos os dias!
A nossa casa A nossa casa, Amor, a nossa casa! Onte está ela, Amor, que não a vejo? Na minha doida fantasia em brasa Costrói-a, num instante, o meu desejo! Onde está ela, Amor, a nossa casa, O bem que neste mundo mais invejo? O brando ninho aonde o nosso beijo Será mais puro e doce que uma asa? Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos, Andamos de mãos dadas, nos caminhos Duma terra de rosas, num jardim, Num país de ilusão que nunca vi... E que eu moro - tão bom! - dentro de ti E tu, ó meu Amor, dentro de mim... Florbela Espanca
Eu já encontrei a minha casa!.
Friday, October 1, 2010
Ciclos Desejados
E no auge do cansaço, na ausência do abraço e no desejo da luxúria… eis que não te encontro.
E então vem a espera, o aguardar paciente pela hora da chegada, do aperto caloroso e do beijo húmido e arrebatador, quente, excitante. Esquece-se do amanhã, não se recorda do ontem e o hoje é intenso. É o momento em que se misturam os corpos e mais não se sabe o que é de quem.
E por fim, a calma, o descanso dos saciados, o contentamento dos sentidos e as vontades tranquilizadas. Depois, vem a partilha do dia, as histórias e contos do que passou ou podia ter sido, do que se supõe ser ou se imagina que é, sem qualquer importância senão pela simples troca de ideias e partilha dos momentos vividos à parte, e do que se deseja, dos planos e das graças, vêem as brincadeiras, risos e sorrisos, e fala-se do que se sente, do que se deseja, do que se planeia, do que se sonha.
Depois… bem, depois vem tudo outra vez… à descoberta de uma nova partilha...
E então vem a espera, o aguardar paciente pela hora da chegada, do aperto caloroso e do beijo húmido e arrebatador, quente, excitante. Esquece-se do amanhã, não se recorda do ontem e o hoje é intenso. É o momento em que se misturam os corpos e mais não se sabe o que é de quem.
E por fim, a calma, o descanso dos saciados, o contentamento dos sentidos e as vontades tranquilizadas. Depois, vem a partilha do dia, as histórias e contos do que passou ou podia ter sido, do que se supõe ser ou se imagina que é, sem qualquer importância senão pela simples troca de ideias e partilha dos momentos vividos à parte, e do que se deseja, dos planos e das graças, vêem as brincadeiras, risos e sorrisos, e fala-se do que se sente, do que se deseja, do que se planeia, do que se sonha.
Depois… bem, depois vem tudo outra vez… à descoberta de uma nova partilha...
Wednesday, September 29, 2010
Imagens
Estive a rever algumas fotos. Das últimas férias… de tempos mais passados… uns mais perto e outros mais longe… não muito longe porque, bem… ainda somos recentes.
Na revisão das fotos, com o intuito de as seleccionar e organizar, apagar as que não interessam ou que, de alguma forma, são repetidas, guardar as que realmente importam, seja porque motivo for… acabo por me perder no teu olhar. Não só tenho já alguma dificuldade em seleccionar uma fotografia de 10 tiradas em sequencia… qual delas a que deve vingar e permanecer como a eleita e representativa da tua beleza… como ainda por cima cada uma delas guarda em si algo de diferente, e irrepetível em todas as restantes. Melhor seria se pudesse reunir um pouco de todas elas numa única fotografia, encerrando nesse instante todos os pensamentos e sentimentos que as acompanham… mas tal não é possível e, provavelmente, nem desejável.
E assim, fico perdido na contemplação dos teus retratos, qual prova de selecção da eleita, ou, vá… que até estou bem-disposto, das duas ou três eleitas. Não é possível… perco-me no tempo, este escorrega-me pelos olhos, pela lembrança dos instantes partilhados e pelos sonhos vividos. E deste modo acabo por adiar, mais uma vez, a organização das inúmeras fotografias tuas, dos teus olhares, das tuas feições, dos teus gestos, dos teus sorrisos, do teu amor… como se isso alguma vez devesse ser organizado e compartimentado.
Ficam aqui e ali, espalhadas nos diversos dispositivos e pastas, e que vou encontrando a cada vez que me decido limpar e organizar… e para me deixar levar mais uma vez… e outra vez… e a cada momento deixar-me invadir pelo mesmo sentimento que me conquistou desde a primeira vez…
Na revisão das fotos, com o intuito de as seleccionar e organizar, apagar as que não interessam ou que, de alguma forma, são repetidas, guardar as que realmente importam, seja porque motivo for… acabo por me perder no teu olhar. Não só tenho já alguma dificuldade em seleccionar uma fotografia de 10 tiradas em sequencia… qual delas a que deve vingar e permanecer como a eleita e representativa da tua beleza… como ainda por cima cada uma delas guarda em si algo de diferente, e irrepetível em todas as restantes. Melhor seria se pudesse reunir um pouco de todas elas numa única fotografia, encerrando nesse instante todos os pensamentos e sentimentos que as acompanham… mas tal não é possível e, provavelmente, nem desejável.
E assim, fico perdido na contemplação dos teus retratos, qual prova de selecção da eleita, ou, vá… que até estou bem-disposto, das duas ou três eleitas. Não é possível… perco-me no tempo, este escorrega-me pelos olhos, pela lembrança dos instantes partilhados e pelos sonhos vividos. E deste modo acabo por adiar, mais uma vez, a organização das inúmeras fotografias tuas, dos teus olhares, das tuas feições, dos teus gestos, dos teus sorrisos, do teu amor… como se isso alguma vez devesse ser organizado e compartimentado.
Ficam aqui e ali, espalhadas nos diversos dispositivos e pastas, e que vou encontrando a cada vez que me decido limpar e organizar… e para me deixar levar mais uma vez… e outra vez… e a cada momento deixar-me invadir pelo mesmo sentimento que me conquistou desde a primeira vez…
Monday, July 12, 2010
Brisa de palavras...
.
Se eu te disser hoje o que não te disse ontem...
Se te disser baixinho, o suficiente para ouvires...
Só tu e mais ninguém!
Não que seja um segredo, mas apenas porque é só teu...
São apenas tuas as palavras que te profirei em tom de sussuro...
És a mestre dessas palavras!
Palavras em tom brando, quase inaudíveis, assim como uma leve brisa...
Sairão das cordas vocais e penetrarão no teu delicado ouvido...
Assim de levezinho!
Serão palavras doces, de desejo e amor, mas sem tempo...
Que o tempo é limitado, e estas palavras eternas...
Não se podem confinar!
São palavras que mal se escutam, mas se lhes sente a passagem...
elas estão lá, sempre e onde estiveres, para serem sentidas no peito...
Lugar de conforto e de vida!
Guarda-as, pois são tuas essas palavras, todas as palavras...
Usa-as, gasta-as, vive-as sem receios, pois nunca se gastam...
São de fonte inesgotável!
São a representação dos sentimentos, dos desejos...
São os amores antigos, do hoje, e do amanhã...
São o que te desejo!
Se eu te disser hoje o que não te disse ontem...
Se te falar deste amor sem dimensão nem tempo......
Devolves-me um teu sorriso?
.
Se eu te disser hoje o que não te disse ontem...
Se te disser baixinho, o suficiente para ouvires...
Só tu e mais ninguém!
Não que seja um segredo, mas apenas porque é só teu...
São apenas tuas as palavras que te profirei em tom de sussuro...
És a mestre dessas palavras!
Palavras em tom brando, quase inaudíveis, assim como uma leve brisa...
Sairão das cordas vocais e penetrarão no teu delicado ouvido...
Assim de levezinho!
Serão palavras doces, de desejo e amor, mas sem tempo...
Que o tempo é limitado, e estas palavras eternas...
Não se podem confinar!
São palavras que mal se escutam, mas se lhes sente a passagem...
elas estão lá, sempre e onde estiveres, para serem sentidas no peito...
Lugar de conforto e de vida!
Guarda-as, pois são tuas essas palavras, todas as palavras...
Usa-as, gasta-as, vive-as sem receios, pois nunca se gastam...
São de fonte inesgotável!
São a representação dos sentimentos, dos desejos...
São os amores antigos, do hoje, e do amanhã...
São o que te desejo!
Se eu te disser hoje o que não te disse ontem...
Se te falar deste amor sem dimensão nem tempo......
Devolves-me um teu sorriso?
.
Saturday, June 5, 2010
...a thousand times
I could hug you one thousand times
it wouldn´t be enough
I could kiss you one thousand timesstill wouldn´t be enough
I could love you one thousand timesand still be short of completeness
Just let me be with you
'till the end of time
while our love smiles
while our love smiles
and survives the vicious times
........ No matter how many thousands moreI will always find new reasons to love you
.....and cherish the old ones with tenderwe'll look back and see our life
like a black and white movie
burned out from use and time
and smile of the kisses and hugs
and looking forward to our continuumburned out from use and time
and smile of the kisses and hugs
...a thousand kisses!
.
Sunday, May 2, 2010
I'll see you again...
If I had to wait more time
More time to be with you, here
I Would gladly wait, if I had…
Because it’s everything I was looking for!
If I couldn´t feel your touch
And still you were apart from me
I’d be wishing you were here
To be everything that I'd be looking for
I don't wanna forget the present is a gift
And I don't wanna take for granted the time you may have here with me
'Cause I know so well another day is not really guaranteed
But every time I hold you
I hold you like it’s the first time
Every time I kiss you
I Kiss you like I’ve never kissed you before
Every time I touch you
I touch you like it’s the first time
I Promise that I'll love you
tomorrow and all times like the first day again
How many really know what love is?
Millions never will
Do you know until you lose it or just after you’ve found it?
That it's everything that we are looking for
When I wake up in the morning
You're beside me
I'm thankful that I found you
I don't wanna forget the present is a gift
And I don't wanna take for granted the time you may have here with me
But being with you is rediscovering love, and that’s guaranteed
So every time I hold you
I feel there is no more time
Every time I kiss you
I feel alive and so young again
(and I feel it every time)
Every time I touch you
(see, it’s like I’ve never aged)
I touch you like our first time
(and I rediscover you at every new touch)
I promise that I'll love you
(because it’s so naturally right)
And at all times, as if we’ve just started loving again
(like hope and dreams and love and desire never die)
PS: YES!
.
Friday, March 19, 2010
Missing you....
I'm lying down and I'm dreaming,
dreaming of things I cannot touch,
but of things I can feel, deeply feel.
I dream of your smile and feel the warmth,
I remember your laughter that shines my world,
I close my eyes and let my body slide,
and I fly away from the bed where I'm lying,
just to be in yours, right next to your soul!
I dream of a beautiful dance of me and you,
I dream of a walk on the sand by the waving sea,
I dream of your touch and the sound of your words,
and I feel the love and the will to be with you.
All the memories I keep in my heart,
are the fuel that makes it beat, beat, beat
as a mating call to be right next to yours.
.
Saturday, March 13, 2010
Love...
...is not when you think, wish, dream or believe.
It's rather something you feel so naturally and withing your deepest being, that nothing else would make any sense at all.
I miss you!
Tuesday, March 9, 2010
Why
There are things we do because we think...
...and there are those we do because we feel... and know!
I've done so many things because I thought.
I still do!
But there's one thing I know... and feel.
.
...and there are those we do because we feel... and know!
I've done so many things because I thought.
I still do!
But there's one thing I know... and feel.
.
Monday, March 8, 2010
Sometimes...
Sometimes I just don´t find the words...
Sometimes I'm just too stubborn...
Sometimes...
...sometimes I'm just too stupid to see what's in front of me,
I shut my eyes and hide inside an imaginary shell...
...only so hard to get through!
Sometimes...
...the only words that occur to me are simple and common...
...but they do mean so much!

Sometimes I'm just too stubborn...
Sometimes...
...sometimes I'm just too stupid to see what's in front of me,
I shut my eyes and hide inside an imaginary shell...
...only so hard to get through!
Sometimes...
...the only words that occur to me are simple and common...
...but they do mean so much!
Subscribe to:
Posts (Atom)



